Hidden
Mysteries


Toyohari


MTC


Chi Kung


Yoga


Kung Fu

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Hidden mysteries
 

“Suppose We Have a Key in our hands. There is no hidden indication in the key regarding the treasure.
The key has left a sort of lingering fragance in the uncounscious mind of man. Maybe thousands of years ago this key did open locks, and treasures were found: the memory of that in the uncounscious mind makes us carry the burden of  the key to this day.”

Osho, Hidden Mysteries
 

“Suponhamos que temos uma chave nas mãos. Mas não tem nenhuma indicação de que tesouro vai abrir.
Esta Chave deixou uma espécie de fragrância no inconsciente do Homem. Talvez há milhares de anos ela tenha aberto fechaduras e descoberto tesouros: a memória disso no nosso inconsciente fez-nos transportar o seu fardo até aos nossos dias.”
 

A Chave

Aquilo que dá acesso a outros mundos, a novas dimensões, a novos caminhos...

Se percebermos quais as portas que podemos abrir, poderemos ter acesso ao nosso tesouro - o inconsciente mais profundo.                

Tudo começou com o ir para o kung fu, 1997.

As artes marciais sempre fizeram grande eco em mim. Ao vê-las na televisão, algo me fazia transportar para uma nova dimensão... Era um processo semi consciente. 

Com a entrada no kung fu  veio uma “afinação” que me trouxe para um novo caminho.

“O que interessa é a viagem e não o objectivo dessa viagem.”, explicava Guilherme, nas suas aulas, sobre a vida e o kung fu. “As possibilidades estão aí, e o caminho é feito às apalpadelas mas com um sentimento muito forte. Um sentimento que vem de dentro, da nossa alma. E com esse sentimento o caminho abre-se.”

Foi o catalisador para lançar-me às escuras na procura duma expressão exterior do que se passava em meu interior. Isso levou-me ao curso de Medicina Tradicional Chinesa e posteriormente à função de Terapeuta, ao conhecimento do Chi kung e do Yoga.

Percebi que a minha vida começou a funcionar como uma mandala, ou seja, a partir dum centro surgiram várias expressões. O Centro passou a ser a Filosofia Oriental, principalmente o Taoísmo.

É certo que no tempo dos monges taoistas havia uma arte (marcial), uma ciência (terapia) e uma expressão (caligrafia, por exemplo)...

Actualmente, num ambiente de tanta especialização como é o nosso, isto torna-se mais difícil. Promove-se o caminho em linha recta e com um objectivo bem definido. Ao contrário da expressão mandálica que, não promove a dispersão mas sim a expansão a partir dum centro em vários ramos, mas em que cada um deles contribui para uma inter-relação, criação de pontes e reforços de cada um e do todo.

É nesse sentido que a terapia funciona como o meu centro, o kung fu, o chi kung e o yoga como expressões.

Ana Sofia Pacheco
Terapeuta de MTC, pós graduação em acupunctura Japonesa "Método Toyohari"
Monitora de Chi Kung e Yoga
Praticante de Kung Fu

Tel: 969.115.508 / pacheco.anasofia@gmail.com

Michi or Do - O Caminho 



Ten Chi - Céu e Terra


 

Pinturas de Mitsugi Saotome